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Infecções de verão

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Infecções de verão

Os meses mais quentes do ano são perfeitos para aproveitar os dias de folga. Mas os aspectos climáticos, como a alta temperatura e a umidade relativa do ar, podem ser prejudiciais para a saúde, se não houver certos cuidados.

Um dos incômodos frequentes que podem surgir são as micoses. Mais comuns em áreas como os dedos dos pés ou a virilha, a doença pode aparecer em qualquer parte do corpo. Os fungos causadores se beneficiam do calor e da umidade, que tendem a ser mais frequentes por conta do aumento da frequência em praias e piscinas. Os casos são mais comuns no verão devido ao calor, que aumenta a transpiração, deixando a pele úmida e quente, facilitando a aderência e a proliferação da doença. Nas micoses superficiais, o fungo fica na camada mais externa da pele, ao redor de pelos e unhas, nutrindo-se de queratina. São exemplos de micoses superficiais a pitiríase versicolor (pano branco ou tinea da praia), a tinea inguinal, a tinea dos pés, a candidíase e as onicomicoses (micoses de unha).

Na conjuntivite, a membrana que recobre os olhos é atacada por vírus, bactérias ou substâncias tóxicas. Pode ser transmitida ao compartilhar maquiagem, toalha de rosto ou óculos. É uma doença marcada por vermelhidão nos olhos, inchaço e dificuldades para enxergar direito. O diagnóstico preciso do agente causador da infeção é essencial para o tratamento correto.

O Herpes simples, se você já teve o contato com o vírus, pode ficar escondido por meses ou até anos dentro do seu corpo. Esse vírus utiliza falhas no sistema imunológico para se manifestar por meio de dolorosas bolhas nos lábios ou nos genitais. O vírus é ativado comumente por estresse ou sol forte. As vezes o aspecto da lesão é bastante típico, mas outras vezes pode ser confundido com outras causas, inclusive infecções por bactérias. Os métodos indicados para o diagnóstico do Herpes são os baseados na detecção do DNA do vírus nas lesões, como a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).

Outro transtorno frequente é a Hepatite A, doença causa por um vírus que pode ficar oculto em água e alimentos sujos. O vírus se instala no fígado, muitas vezes sem dar notícia. Em situações raras progride para uma hepatite fulminante. Normalmente se curando sozinha e necessitando apenas de repouso, a Hepatite A deve ser diferenciada de outras causas de hepatites, que podem ser mais graves. O diagnóstico da hepatite A é baseado na pesquisa de anticorpos contra o vírus, numa amostra de sangue da pessoa.

As verminoses também podem afetar quem curte viajar e se aventurar pela natureza precisa ficar esperto com lombrigas, tênias, esquistossomos e outros vermes que podem levar a problemas variados. A giardia é outro parasita microscópico muito comum transmitido por água e alimentos contaminados, e que pode causar cólicas intestinais bastante intensas.

Dicas:

Por que fazer estes exames?

Para todas essas doenças, existem exames laboratoriais específicos para confirmar a condição que se apresenta, e possibilitar o diagnóstico correto. É muito importante saber exatamente do que se trata, pois, caso a infeção seja causada por um vírus, por exemplo, não adianta tomar antibiótico, e outras vezes o antibiótico correto pode ser essencial.

Quando fazer estes exames?

Percebendo alguma alteração na sua pele, mucosas, olhos, genitais, desconforto ou transtornos gastrintestinais, vômitos, diarreia, procure uma unidade de saúde ou seu médico de confiança e solicite uma avaliação.

É necessária alguma preparação?

Dependendo do exame laboratorial que vier a ser solicitado pelo médico, algum preparo pode ser necessário, e o laboratório lhe dará todas as orientações caso a caso. É muito importante não iniciar o uso de algum medicamento por conta própria, principalmente antibióticos, antifúngicos ou antiparasitários, sem a confirmação do agente infeccioso que possa estar causando o transtorno. Anti-inflamatórios também devem ser utilizados com cautela, pois podem ser tóxicos, e até mascarar uma doença mais grave.

Existe alguma limitação do exame?

Todo exame laboratorial tem suas limitações, e nestes casos, especialmente se a pessoa já começou a tomar algum medicamento por contra própria. Os exames para parasitas intestinais devem ser realizados em ao menos três amostras de fezes coletadas em dias diferentes. O uso de cremes e pomadas na pele ou mucosas pode ocasionar resultados falso negativos.

Quanto custa fazer estes exames?

Entre em contato diretamente conosco, e lhe passamos todas as informações: laboratorio@santaisabel.com.br

Fontes:

https://guiadafarmacia.com.br/

https://saude.abril.com.br/medicina/as-10-infeccoes-que-mais-podem-incomodar-seu-verao/

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About the author

Caio Cordova

Responsável Técnico Laboratório Santa Isabel

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