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Sexagem Fetal

Sexagem Fetal

Este mês temos uma dica para as futuras mamães ou para aquelas que desejam engravidar: o suspense sobre o sexo do bebê não precisa se prolongar até a 16ª semana, quando o exame de ultrassonografia finalmente deixa claro se o sexo é masculino ou feminino.

Você sabia que há um exame laboratorial que pode indicar o sexo do bebê a partir da 9ª semana?

Como o exame funciona?

O exame se baseia na identificação de partes do cromossomo Y (DSY14), que só existe no gênero masculino, e que pode ser encontrado em células fetais que estão na circulação materna. A presença deste cromossomo DSY14 no sangue materno sugere feto do sexo masculino. A não detecção deste marcador DSY14 sugere feto do sexo feminino.

Dicas:

Por que fazer este exame?

Anteriormente, a determinação do sexo fetal era realizada por utilização de técnicas invasivas, tais como a amniocentese. Estes processos, no entanto, ainda carregam um risco de aborto em torno de 1% e não podem ser realizados até 11 semanas de gestação. A determinação confiável do sexo fetal por meio de ultrassonografia não pode ser feita no primeiro trimestre, porque o desenvolvimento da genitália externa ainda não está completo. Por ser apenas uma coleta de sangue, o exame de sexagem fetal é completamente seguro tanto para a mãe quanto para o bebê. Este é um dos exames mais procurados para planejar a cor do enxoval do bebê, e também para o evento de ‘revelação’.

Quando fazer este exame?

A coleta do sangue para o exame deverá ser feita a partir da 9ª semana completa de gestação.

É necessária alguma preparação?

Não é necessário jejum, nem é necessário pedido médico. O exame não deve ser feito em gestantes que tenham recebido transfusões sanguíneas nos últimos 4 meses ou realizaram transplante de medula óssea.

Existe alguma limitação do exame?

A taxa de assertividade do exame é de 99,9%. Alguns testes são realizados a partir da 8ª semana de gestação, mas optamos pela coleta a partir da 9ª semana para diminuir o percentual de resultados inconclusivos. O teste não detecta gravidez, assim, se uma mulher que não estiver grávida fizer o teste, este apontará resultado feminino, pois apenas identificará a ausência de DNA masculino. Gestação gemelar ou perda de embrião na fertilização in vitro, bem como desordens genéticas que envolvam cromossomos sexuais e diferenciação sexual podem levar a resultados falso-positivos para o sexo masculino. O uso de anticoagulantes como enoxaparina (Clexane), heparina (Liquemine), e varfarina (Marevan) pode inibir a reação de detecção do DNA fetal, interferindo no resultado do exame. Caso haja a presença de cromossomo Y, é possível dizer que há, no mínimo, um bebê homem, mas não determina se são gêmeos ou trigêmeos. Da mesma forma, a ausência do cromossomo Y no plasma aponta a presença de um bebê do sexo feminino, sem poder dizer a quantidade de bebês. Para gêmeos univitelinos o resultado é valido para ambos os fetos. Para gêmeos bivitelinos a presença de DNA masculino significa que ao menos um dos fetos é do sexo masculino. Se o resultado do teste for ausência do cromossomo Y, indica que ambos gemelares são do sexo feminino.

Quanto custa fazer este exame?

Entre em contato diretamente conosco, e lhe passamos todas as informações: laboratorio@santaisabel.com.br

Fontes:

Alberry M et al. Free fetal DNA in maternal plasma in anembryonic pregnancies: confirmation that the origin is the trophoblast. Prenat Diagn. 2007 May;27(5):415-8.

Scheffer PG et al. Reliability of fetal sex determination using maternal plasma. Obstet Gynecol. 2010 Jan;115(1):117-26.

Wright CF & Chitty LS. Cell-free fetal DNA and RNA in maternal blood: implications for safer antenatal testing. BMJ. 2009 Jul 6;339:b2451.

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About the author

Caio Cordova

Responsável Técnico Laboratório Santa Isabel

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